... E se incendeias meu cérebro,
Então te conduzirei no meu sangue (Rilke)
Mostrando postagens com marcador Aldous Huxley. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Aldous Huxley. Mostrar todas as postagens

8 de jul. de 2014

Admirável Mundo Novo - Aldous Huxley

Ano 634 d.F. (depois de Ford). O Estado científico totalitário zela por todos. Nascidos de proveta, os seres humanos (pré-condicionados) têm comportamentos (pré-estabelecidos) e ocupam lugares (pré-determinados) na sociedade: os alfa no topo da pirâmide, os ípsilons na base. 

A droga soma é universalmente distribuída em doses convenientes para os usuários. Família, monogamia, privacidade e pensamento criativo constituem crime. 

Os conceitos de "pai" e "mãe" são meramente históricos. Relacionamentos emocionais intensos ou prolongados são proibidos e considerados anormais. A promiscuidade é moralmente obrigatória e a higiene, um valor supremo. Não existe paixão nem religião. 

Mas Bernard Marx tem uma infelicidade doentia: acalentando um desejo não natural por solidão, não vendo mais graça nos prazeres infinitos da promiscuidade compulsória, Bernard quer se libertar. 

Uma visita a um dos poucos remanescentes da Reserva Selvagem, onde a vida antiga, imperfeita, subsiste, pode ser um caminho para curá-lo. 

Extraordinariamente profético, "Admirável mundo novo" é um dos livros mais influentes do século 20.

20 de jan. de 2014

Regresso ao Admirável Mundo Novo - Aldous Huxley

Em Regresso ao Admirável Mundo Novo, Aldous Huxley expõe-nos, com argúcia e a ironia que repassam as suas obras, os aspectos da vida do nosso tempo que lhe confirmaram as previsões ou tendem a confirmá-las.