... E se incendeias meu cérebro,
Então te conduzirei no meu sangue (Rilke)
Mostrando postagens com marcador Ana Beatriz Barbosa Silva. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ana Beatriz Barbosa Silva. Mostrar todas as postagens

14 de jul. de 2014

Corações Descontrolados - Ana Beatriz Barbosa Silva

Todos nós, em algum momento, sofremos uma explosão de ódio, nos deixamos levar pela impulsividade, pela tristeza, pelo medo, sentimos ciúmes intensos, achamos que todos estão contra nós ou temos aquela sensação ruim de vazio, insatisfação pessoal e instabilidade emocional. Somos humanos e imperfeitos, nem sempre conseguimos harmonizar nossos sentimentos e impulsos. 

Porém, quando esses comportamentos extremos passam a ser frequentes, fortes e persistentes, podemos estar diante de um quadro ainda pouco difundido chamado de Transtorno de Personalidade Borderline (TPB). 

Borderline é um termo em inglês que quer dizer fronteiriço, limítrofe, e que denomina o transtorno de pessoas que vivem exatamente assim: no limite de suas emoções. 

Corações descontrolados esclarece como pensam e agem essas personalidades tão complexas e traz alternativas de como lidar e tratar desse transtorno, que causa traumas e prejuízos a quem o apresenta e àqueles com quem convivem.

1 de mar. de 2014

Mentes Perigosas - Ana Beatriz Barbosa Silva

“Este livro tão minucioso e detalhado é de grande importância para a sociedade. Mentes Perigosas proporciona ao leitor um panorama do comportamento dos psicopatas, delineando preventivos resguardos e defesas das pessoas que eventualmente venham a se relacionar com eles.” - Arthur Lavigne, advogado criminalista. 

Em Mentes Perigosas, a médica psiquiatra Ana Beatriz B. Silva alerta para o fato de que os psicopatas podem permanecer por muito tempo ou até uma vida inteira sem serem descobertos. 

“O que assusta nessas pessoas é que elas parecem tão comuns, tão gente igual à gente. E, no entanto, a incapacidade de sentir empatia pelo outro revela claramente que elas não são como a gente: psicopata não tem semelhante. Este é um livro perturbador porque nos faz descobrir que estamos sempre correndo o risco de ser a próxima vítima. Mas ao mesmo tempo nos dá as únicas armas possíveis para nos defender: a possibilidade de reconhecê- las para sair de perto!” - Gloria Perez, escritora e novelista.   

Normalmente, a psicopatia é associada a pessoas violentas, com aparência de assassinas e que podem ser facilmente identificadas. Mas, diferentemente do que se costuma acreditar, psicopatas, em sua grande maioria, não são necessariamente assassinos. 

Baseados em histórias reais relatadas à autora por vítimas de psicopatas, os exemplos citados em Mentes Perigosas ilustram de forma bastante didática comportamentos que um psicopata típico teria: “Além disso, todos os casos apresentados se prestam muito bem à exemplificação dos mais diversos níveis de psicopatia, desde os mais leves até os moderados e severos. “Dessa forma, tentei esquadrinhar e tornar o tema o mais abrangente possível a fim de responder a uma série de perguntas que, na maioria das vezes, nos deixam absolutamente confuso”, diz a autora.

26 de jan. de 2014

Mentes Inquietas - Ana Beatriz Barbosa Silva

Pessoas com comportamento distraído, enrolado, esquecido, desorganizado impulsivo, agitado, inquieto, desastrado podem ser portadoras do transtorno do deficit de atenção com hiperatividade (TDAH), popularmente conhecido como hiperatividade infantil.

Via de regra, os portadores de TDAH são injustamente rotulados de preguiçosos, mal-educados “bicho-carpinteiro”, avoados, irresponsáveis ou rebeldes, mas na realidade possuem um funcionamento cerebral diferente, que os fazem agir dessa forma. O TDAH ou simplesmente TDA é caracterizado pela seguinte tríade de sintomas: desatenção, impulsividade e hiperatividade mental e/ou física. Manifesta-se ainda na infância e está presente em 3 a 7% nas crianças em idade escolar. Tais crianças frequentemente apresentam dificuldades de concentração e de relacionamentos, ocasionando incompreensão de amigos, pais e professores.

Um dos maiores problemas que permeiam o TDA é a falta conhecimento sobre o assunto, tanto na população leiga quanto nas áreas médica, psicológica e educacional. Muitas pessoas com TDA passam a sua vida inteira sem ter a mínima noção de que o problema tem solução e de que precisam de um diagnóstico e tratamento adequados. Menos conhecido do público em geral é o fato de que a hiperatividade física nem sempre está presente nos portadores de TDA. Somente 50% desses indivíduos apresentam agitação física. Por isso, a condição básica para se firmar o diagnóstico de TDA é a hiperatividade mental (uma mente inquieta, ruidosa, que vive “a mil por hora”). Isso dificulta sua concentração, em função da tempestade de pensamentos e ideias que pairam em suas mentes.

Os meninos estão mais propensos a apresentarem o TDA com hiperatividade física. Já as meninas são mais quietas, desligadas, sonhadoras e, por isso mesmo, não chamam a atenção quanto ao seu comportamento. Os meninos são mais acometidos que as meninas, numa proporção de 3:1.

Ninguém adquire TDA na vida adulta. O transtorno do deficit de atenção é uma condição que acompanha a pessoa desde sempre, sendo constitucional e inerente à sua biologia. A pessoa nasce TDA.

Ao contrário do que se possa pensar, os TDAs não possuem parca inteligência ou algum problema de ordem cognitiva. Eles apresentam grande potencial criativo e intuitivo, muitas vezes com QI acima da média. O grande “x” da questão é canalizar suas habilidades inatas em algo realmente producente.

21 de jan. de 2014

Mentes e Manias - Ana Beatriz Barbosa Silva

"Há pessoas que só saem de casa depois de ligar e desligar todos os interruptores por três vezes, ou conferir se portas e janelas estão trancadas, ou se todos os objetos estão simetricamente alinhados. Outras apresentam medo exagerado de contaminação e, por isso mesmo, lavam as mãos até se machucarem, tomam banhos intermináveis ou limpam móveis, maçanetas e objetos pessoais, de forma sistemática e repetitiva, em hábitos que estão longe de ser simples "manias", esquisitices ou excentricidades. Tais pessoas são portadoras do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). 

Segundo o psiquiatra norte-americano John Ratey, professor da Harvard Medical School, quase 4% da população em geral sofre de TOC e ele atinge igualmente homens e mulheres de diferentes países, culturas e níveis socioeconômicos. 

Em Mentes e Manias, a psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva aproxima o leitor do universo dessas compulsões, mostrando como os portadores do transtorno tornam-se aos poucos prisioneiros desses pensamentos e rituais. Mesmo sabendo que suas ideias e ações são um tanto descabidas, não conseguem controlá-las. Envergonhadas e com medo de serem ridicularizadas, muitas escondem seu problema e sofrem sozinhas. 

Mas como pessoas inteligentes podem se deixar dominar por manias aparentemente tão absurdas? A autora nos lembra que o TOC não tem nenhum tipo de relação com o grau de inteligência de seu portador: “Os fatores envolvidos nesse jogo são predisposição genética, situações de estresse, fatores neurobioquímicos, infecção por estreptococos, alterações hormonais durante a evolução da gravidez e após o parto, fatores psicológicos, entre outros." Muito embora as pesquisas sobre a verdadeira origem do transtorno não sejam conclusivas, os primeiros sintomas do TOC podem ser identificados e tratados, como explica Ana Beatriz. Compulsões ou manias por lavagem e assepsia, por organização e simetria, por verificação e checagem, manias de repetição, de contagem e de colecionamento são apenas alguns dos exemplos descritos em Mentes e Manias. 

A autora explica que, ao manifestarem esses sintomas, em geral as pessoas têm consciência de que essas atitudes são irreais e ilógicas, muitas vezes achando-se idiotas e tolas: "No entanto, elas acabam realizando-os do mesmo jeito por não suportar a ansiedade que sente. Essa sensação de tornar-se ridículo gera a vergonha em expor os sintomas e, em consequência, a ocultação dos mesmos. Em um grande número de casos de TOC, pessoas muito próximas do paciente (cônjuge, amigos, pais, irmãos etc.) não têm conhecimento de seus sintomas e do sofrimento produzido por eles." 

Fruto de uma vasta experiência clínica, a dra. Ana Beatriz Barbosa Silva, reúne em Mentes e Manias uma série de casos de sucesso, descrevendo com precisão as menores nuances e manifestações do TOC. A autora aponta ainda os caminhos que conduzem à compreensão e à superação de um transtorno tão complexo, que ainda tanto desafia a medicina e psicologia."

13 de dez. de 2013

Mentes Ansiosas - Ana Beatriz Barbosa Silva

Em Mentes Ansiosas – Medo e ansiedade além dos limites, a psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva - autora de Mentes Perigosas, Mentes e Manias, Bullying – Mentes Perigosas na Escola e Mentes Inquietas - fala sobre os transtornos causados pelo medo e a ansiedade. 

A diferença entre os dois sentimentos e como eles podem dominar a vida das pessoas são algumas das questões pelo livro. "Até que ponto o medo é necessário para a nossa sobrevivência? Qual a dose de medo saudável? Quando o medo vira uma doença?". 

A partir destes questionamentos sobre um sentimento comum a todos os seres humanos, independente da idade ou da posição social, autora inicia o livro em busca de respostas, com base em sua experiência clínica. 

Segundo estudos internacionais, os transtornos relacionados à ansiedade afetam entre 15 e 25% da população. Isso significa que, num grupo de cinco pessoas, é bem provável que uma sofra de síndrome do pânico, estresse pós-traumático, ansiedade crônica, fobias ou TOC. Todos esses distúrbios estão relacionados a níveis patológicos de angústia e preocupação - quando o medo e a ansiedade em excesso trazem prejuízos expressivos ao indivíduo. 

Conforme estabelece a Associação de Psiquiatria Americana, os transtornos de ansiedade podem aparecer de diversas formas e com diferentes graus de intensidade: 

  1. Súbitos ataques de pânico, que podem evoluir para o transtorno do pânico. 
  2. Fobia social ou timidez patológica, na qual as pessoas percebem ameaças potenciais em situações sociais e em exposição ao público. 
  3. Medos diversos ou fobias simples, cuja ameaça provém de estímulos bem específicos (animais, lugares fechados, chuvas, avião, etc.) 
  4. Transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), quando se vive experiências traumáticas significativas (seqüestros, perdas de entes queridos, acidentes, etc.) 
  5. Transtorno de ansiedade generalizada (TAG), que se caracteriza por um estado permanente de ansiedade, sem qualquer associação direta com situações ou objetos específicos 
  6. Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), no qual a mente é invadida por pensamentos intrusivos e sempre de conteúdo ruim (obsessões), que desencadeiam rituais repetitivos e exaustivos (compulsões), na tentativa de exorcizar tais ideias. 


Mentes Ansiosas oferece explicações claras sobre o que acontece quando a ansiedade e o medo extrapolam os limites da normalidade e como é possível superar os distúrbios, além de trazer ferramentas para a compreensão das origens da ansiedade e do medo e para o enfrentamento do que pode vir a ser o maior inimigo de muitos indivíduos: as preocupações incessantes que teimam em assolar a mente humana.