... E se incendeias meu cérebro,
Então te conduzirei no meu sangue (Rilke)
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8 de jul. de 2014

Sentindo Na Própria Pele - Mônica de Castro

Através das histórias da escrava Tonha, veremos que o preconceito e o julgar o próximo trazem a nós situações semelhantes, pois só sentindo na própria pele saberemos verdadeiramente respeitar a todos.

"Nada substitui a experiência. 

Entretanto, quando apressamo-nos em julgar as atitudes alheias segundo nossos próprios padrões, acreditamos estar de posse da verdade. 

Quanta ilusão! Como saber o que vai no íntimo dos outros? Como avaliar emoções que nunca sentimos? 

A vaidade faz crer que sabemos a melhor solução para o problema dos outros. A sabedoria da vida tenta mostrar-nos o relativismo do julgamento, trabalhando a inteligência de várias formas, mas se resistirmos, apegados aos próprios conceitos, ela coloca em nossa vida uma situação igual à que criticamos, para que, sentindo na própria pele, possamos compreender esse relativismo e aprender a respeitar os outros como a nós mesmos."

23 de jun. de 2014

Gêmeas 'Não se separa o que a vida juntou' - Mônica de Castro

Gêmeas têm como cenários o interior do Mato Grosso e as cidades do Rio de Janeiro e Brasília. No enredo, duas irmãs gêmeas recém nascidas são vendidas pela mãe e, assim, separadas ao nascer. O pai das crianças, ao descobrir a negociata, é assassinado ao tentar evita-la. A trama, a partir dessas fatalidades, é repleta de situações aparentemente eventuais que vão moldando a vida de mãe e filhas até que o inevitável reencontro acontece.

A história, que começa em meados da década de 80, mostra como a espiritualidade pode interferir em nossa vida terrena e nos ensina que as casualidades, sincronicidades e coincidências nada mais são do que a aplicação das leis cósmicas e perfeitas que Deus criou para nos auxiliar na trajetória da nossa evolução.

A falta de conhecimento sobre a espiritualidade, no entanto, muitas vezes impede que tenhamos uma visão mais real da vida e do quanto ela é generosa, sempre favorecendo o nosso crescimento. Afinal, a vida colabora com nosso desenvolvimento, mas exige que cada um faça a sua parte.

13 de jun. de 2014

Lembranças que o Vento traz - Mônica de Castro

Este é o final da trilogia que se iniciou com o livro Sentindo na Própria Pele, passando por Com o Amor não se Brinca até chegar a este, Lembranças que o Vento Traz, que encerra a história da família Sales de Albuquerque e da escrava Tonha, que a ela se ligou por laços de amor e ódio do passado.

A vida nos ensina muitas coisas. Tudo aquilo que nosso coração teima em não enxergar a vida coloca diante de nós, para que possamos empreender uma auto-reflexão e modificar atitudes que não condizem mias com a nossa necessidade de evolução.

Assim é com Clarissa. Desde sua saída do então próspero Vale do Paraíba, até a ida para a distante e isolada Cabo Frio, a vida tentando mostrar-lhe a necessidade de desapego do orgulho como forma de facilitar o seu crescimento espiritual.

Mas se desapegar nem sempre é tão fácil, por causa das Lembranças que o Vento Traz.

19 de dez. de 2013

O Preço De Ser Diferente - Mônica de Castro


Romero, um rapaz muito sensível, que apreciava poesias é violentado por um desconhecido... Seu pai, Silas, muito preconceituoso, o proíbe de contar seu drama a outras pessoas. Romero conhece Mozart e surge uma grande amizade... 

A sociedade, criando um modelo de normalidade, criou uma guerra antropológica com a natureza humana. Cada um de nós é único e quem resolve seguir o modelo, contra sua vontade, ilude-se, bloqueando a expressão de sua alma, criando insegurança, doença, desilusão e sofrimento. 

Quem assume sua verdade e age de acordo com os valores da Vida, mesmo enfrentando o preconceito e pagando o Preço de Ser Diferente, passa credibilidade, obtém respeito e se realiza. Nesta obra o leitor vai perceber que fraternidade é o resultado da capacidade de apreciar as diferenças.