15 de mai de 2014

Resenha: Anna e o Beijo Francês - Stephanie Perkins

O livro de Stephanie Perkins narra a história de Anna Oliphant, que mora em Atlanta com sua mãe e seu irmão, Sean, de sete anos. Filha de pais divorciados, possui dois melhores amigos, Bridget, uma menina meiga, irreverente e talentosa baterista, a relação das duas é tão intensa, que as pessoas que convivem com elas, as consideram irmãs e Matt, seu grande amigo com o qual Anna teve um breve e confuso relacionamento.

Anna vai para a França porque o pai acha que ela precisa de uma experiência internacional, mas é claro que, no ato de sua rebeldia, Anna não quer ir para Paris e enfrentar uma escola nova.
"Pânico. Eles me deixaram. Meus pais realmente me deixaram! Na França!"
Ao chegar em Paris, ela se depara com uma língua diferente e com uma sensação pungente de que, afinal, está sozinha em um mundo novo. 
"Quem manda os filhos para um internato? É tão Hogwarts. Só que no meu não tem feiticeiros bonitinhos, balinhas mágicas ou aulas de voo."
No momento em que ela começa a chorar, conhecemos Meredith, a vizinha de quarto de Anna que vai introduzi-la no seu grupinho e aí que conhecemos Étienne St. Clair.

Os dois tem uma relação engraçada do começo ao fim, ele tem namorada, ela tem um suposto ficante que ficou nos Estados Unidos. Os dois tornam-se amigos, mas as coisas vão mudando, Étienne vai ficando ainda mais próximo de Anna e ela, por sua vez, como todas as meninas da escola, acaba se apaixonando por ele…

Não se trata de um livro repetitivo ou clichê, ao menos não ao meu ver. A forma com que tudo acontece é bem gostosa e creio que os detalhes não exaustivos fazem com que a história seja única, por isso trata-se de uma leitura tranquila. A autora com certeza conseguiu expressar o que queria com a narrativa suave. Esse livro vai te fazer rir, vai te dar frio na barriga e até te fazer soltar algumas lágrimas.

Com um cenário perfeito para uma historia de amor, Stephanie nos faz ver a verdadeira essência de Paris, aquela que só poderíamos conhecer morando lá. 

Mesmo sabendo o final predestinado dos dois, foi muito bom saber como foi o desenrolar da história, um dos maiores motivos para não conseguir largar o livro um minuto sequer. A amizade dos dois, acima de tudo, foi o ponto gracinha da relação entre eles.
"Sinto falta de Paris, mas lá não é minha casa. É mais algo do tipo sentir falta… disso. Desse calor pelo telefone. É possível que lar seja uma pessoa e não um lugar? Bridge costumava ser meu lar. Talvez St. Clair seja meu novo lar. {…} Isso é estar em casa. Nós dois."
Se você quer uma leitura gostosa e relaxante, vai adorar Anna e o Beijo Francês!

Por Bebendo Livros


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